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	<title>Sp4 Comunicação Corporativa</title>
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		<title>Expansão da Eletrobras é questionada no mercado</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 13:24:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Clientes na mídia]]></category>


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		<description><![CDATA[Para o presidente da Andrade &#038; Canellas, João Carlos Mello, as aquisições de distribuidoras pouco rentáveis, no entanto, têm um lado positivo.]]></description>
	
		<content:encoded><![CDATA[<p>Os avanços da Eletrobras no setor elétrico levantam dúvidas no mercado com relação aos desempenhos operacional e financeiro da estatal. Segundo analistas ouvidos pelo Valor, a aquisição de 51% da Celg, que possui dívidas de R$ 6 bilhões, e a negociação para assumir a Companhia Elétrica do Amapá (CEA), endividada em R$ 1 bilhão, além de taxas de retorno questionáveis em projetos de geração e transmissão, faz parte da estratégia do governo federal de garantir o abastecimento de energia a preços mais baixos.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>Ontem, o valor de mercado da Eletrobras era de R$ 23,097 bilhões, atrás de empresas como Cemig (R$ 27,290 bilhões) e CPFL Energia (R$ 24,884 bilhões), e pouco acima do valor da Tractebel, de R$ 22,650 bilhões.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>De acordo com o Plano de Negócios da Eletrobras 2010-2020, o índice de retorno sobre o capital empregado da companhia entre 2005 e 2008 foi de apenas 5%, contra 20% da Cemig e 17% da CPFL Energia.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>Em 2008, a estatal lançou um plano para melhorar sua governança corporativa e o seu valor de mercado. Desde então, porém, a relação entre o valor de mercado sobre o patrimônio líquido, considerando as ações ordinárias, caiu de 0,33 para 0,28. Isso quer dizer que, no mercado, a Eletrobras vale menos de 30% do que aquilo que está nos livros contábeis.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>A estatal adiou, de 15 para 31 de maio, a divulgação de seus resultados do primeiro trimestre de 2012. A medida tem se tornado comum. No ano passado, a empresa publicou os resultados de 2010 sem os números de Furnas. E, neste ano, o balanço de 2011 foi divulgado sem as informações da Eletrobras Distribuição Acre (Ex-Eletroacre).</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>Embora a distribuição de energia não faça parte do &#8220;DNA&#8221; da Eletrobras, a participação da companhia no setor vai subir de 8% para 10% com a aquisição do controle da Celg. Além disso, segundo o presidente da Eletrobras, José da Costa Carvalho Neto, a empresa deve assumir a gestão da CEA até o fim do ano, em uma operação semelhante. Existe ainda a possibilidade de federalização da Companhia Energética de Roraima (CERR), que atravessa pelos mesmos problemas.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>Segundo Ricardo Corrêa, analista da Ativa Corretora, os indicadores operacionais das distribuidoras da Eletrobras estão piorando. &#8220;Isso quer dizer que a empresa gasta muito para realizar um serviço pior. Ela não consegue fornecer energia com qualidade&#8221;, afirmou.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>Das cinco distribuidoras da Eletrobras que apresentaram o balanço de 2011, quatro delas tiveram piora nos indicadores de continuidade do fornecimento de energia. Os índices de duração equivalente de interrupção por unidade consumidora (DEC) das distribuidoras de Alagoas, Rondônia e Amazonas pioraram 24,8%, 21,2% e 15,4% respectivamente, entre 2010 e 2011. Apenas a distribuidora de Roraima melhorou a qualidade do serviço em 25%.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>Corrêa lembrou que a Cemar, distribuidora do Maranhão que em 2002 sofreu intervenção da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e passou a ser controlada por um grupo privado, a Equatorial Energia, em 2004, reverteu prejuízos e melhorou seu desempenho operacional. De 2004 a 2011, o índice de perdas da empresa caiu de 31% para 15,3%. No mesmo período, o DEC melhorou mais de três vezes.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>O presidente da Eletrobras, no entanto, garante que as distribuidoras se tornarão rentáveis em 2014. Um sinal positivo foi a melhora no desempenho financeiro da Amazonas Energia, maior distribuidora do grupo, que reduziu o prejuízo de R$ 1,3 bilhão, em 2010, para R$ 625 milhões, em 2011. Com isso, o prejuízo consolidado das distribuidoras do grupo caiu de R$ 1,596 bilhão para R$ 931 milhões, no período.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>&#8220;Infelizmente, quando você olha para as subsidiárias da Eletrobras, os resultados desse equilibrio-econômico financeiro está longe de ser alcançado [...] Hoje existe um empenho forte de tentar bloquear o uso politico, mas ainda há um longo caminho a ser perseguido&#8221;, avaliou o presidente do Instituto Acende Brasil, Claudio Sales.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>Segundo o presidente da consultoria<strong> Andrade &#038; Canellas</strong>, João Carlos Mello, as aquisições, pela Eletrobras, de distribuidoras pouco rentáveis e que ainda não possuem mercado robusto têm um lado positivo, considerando o papel social do governo de buscar o desenvolvimento dessas regiões. Ele, contudo, alertou para a necessidade de uma gestão de alta eficiência. &#8220;As margens dessas distribuidoras são muito pequenas.&#8221;</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>Para Corrêa, os problemas da Eletrobras também se estendem aos setores de geração e transmissão. Segundo outro especialista ouvido pelo Valor, a companhia aceita taxas de retorno até quatro pontos percentuais menores do que às praticadas por concorrentes privados.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>O ebitda das empresas de geração e transmissão do grupo Eletrobras &#8211; Furnas, Chesf, Eletronorte, Eletronuclear, Eletrosul e CGTEE &#8211; caiu de R$ 6,130 bilhões em 2010 para R$ 5,896 bilhões, em 2011. A margem ebitda de Furnas e Chesf, as duas maiores geradoras da holding, com exceção da Itaipu Binacional, caíram de 22,5% para 16,5%, e 51,5% para 40,5%, respectivamente.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>&#8220;Essa volta do estado como grande investidor do setor de energia elétrica foi uma estratégia tomada desde o governo Lula e que segue até hoje&#8221;, contou o diretor do Centro Brasileiro de Infra Estrutura (CBIE), Adriano Pires. Ele lembrou que o governo Lula retirou as subsidiárias da Eletrobras do Plano Nacional de Desestatização (PND), em 2004.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>O secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia, Márcio Zimmermann, discorda da visão de que o estado vai exercer uma presença mais forte no setor. &#8220;O Brasil atrai mais investimentos em energia elétrica do que qualquer país da Europa e da América do Norte&#8221;, ressaltou.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong>Fonte: </strong>Valor Econômico</p>
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		<title>Governo deve reduzir taxação da conta de energia elétrica</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 12:53:38 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Clientes na mídia]]></category>


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		<description><![CDATA[Segundo a Abrace,  cerca de 10% da conta de energia está atrelada a encargos que financiam projetos sociais do governo.]]></description>
	
		<content:encoded><![CDATA[<p>O governo vai mexer nos impostos e encargos que aplica sobre a conta de energia elétrica. O recado foi dado ontem pela presidente Dilma Rousseff. São grandes as chances de que a União reduza os encargos cobrados sobre a conta de luz para viabilizar políticas públicas. A possibilidade é aguardada há anos pela indústria. Segundo dados da Associação Brasileira de Grandes Consumidores Industriais de Energia (<strong>Abrace</strong>), cerca de 10% da conta de energia está atrelada a encargos que financiam projetos sociais do governo.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>Só em 2011 foram arrecadados R$ 18,46 bilhões com a cobrança de taxas como a Conta de Consumo de Combustíveis (CCC), que subsidia a geração térmica na região Norte, e cujo custo anual para este ano foi estabelecido em R$ 3,2 bilhões. &#8220;Estamos muito otimistas porque governo realmente se sensibilizou com a questão&#8221;, disse Fernando Umbria, assessor da Abrace.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>A União poderá mexer ainda na redução do PIS/Cofins, que hoje toma 9% da conta. Em outros setores, como o de tecnologia da informação, essa cobrança já foi zerada. A União deve procurar Estados para que haja uma redução do ICMS.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>Atualmente, 50% da conta de energia está atrelada a encargos, taxas e tributos. Outros 21% são custo de distribuição, 5% ficam com o custo de transporte e, finalmente, 24% é o custo da energia.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong>Fonte: </strong>Valor Econômico</p>
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		<title>Pequenas e notáveis</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 18:01:44 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[destaque_inferior]]></category>


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		<description><![CDATA[Em reportagem sobre o crescimento das agências de comunicação de pequeno e médio portes publicada pelo jornal “ Meio&#038;Mensagem” (edição de 14 de maio), Odete Pacheco, sócia-diretora da SP4 Comunicação Corporativa,  conta que um dos segredos para manter o cliente, além de garantir dedicação, agilidade e a qualidade dos serviços prestados, é conquistá-lo diariamente. ]]></description>
	
		<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://sp4com.com.br/index/wp-content/uploads/2012/05/meioemensagem14b.jpg"><img title="meioemensagem14(b)" class="aligncenter size-full wp-image-3307" src="http://sp4com.com.br/index/wp-content/uploads/2012/05/meioemensagem14b.jpg" alt="" width="691" height="1250" /></a></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong>Fonte:</strong> Meio&#038;Mensagem</p>
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		<title>Governo quer baixar custo da eletricidade</title>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 13:13:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Clientes na mídia]]></category>


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		<description><![CDATA[Segundo cálculos da Abrace, a arrecadação de encargos deve somar R$ 18,46 bilhões este ano.]]></description>
	
		<content:encoded><![CDATA[<p><em>Redução de encargos é alternativa para baratear tarifa de energia para indústrias</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>Para baratear a eletricidade para as indústrias, promessa feita pela presidente Dilma Rousseff aos empresários, o governo pretende cortar parte dos encargos setoriais, que são taxas que vêm embutidas na conta de luz e representam 18% do valor.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>A questão ganhou status de prioridade na agenda de medidas estruturais do governo e deverá ser anunciada no segundo semestre. Dilma está preocupada com o risco de a indústria de alumínio Alcoa fechar duas fábricas no País por causa do elevado custo da eletricidade, um insumo usado intensivamente na produção do metal.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>Os encargos servem, por exemplo, para diminuir o custo da eletricidade na região Norte, onde parte é gerada com a queima de óleo, e por isso é mais cara do que a energia hidrelétrica. Os  recursos também financiam programas como o &#8220;Luz para Todos&#8221; e ações de incentivos ao uso de fontes alternativas. A arrecadação deles deve somar R$ 18,46 bilhões este ano, segundo cálculos da Associação Brasileira dos Grandes Consumidores Industriais de Energia e de Consumidores Livres (<strong>Abrace</strong>).</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>O corte nos encargos é o centro de uma disputa nos bastidores do governo. De um lado, a Fazenda defende sua redução. A avaliação é que essa é a melhor forma de ajudar a indústria. A alternativa seria cortar o PIS-Cofins e o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). Mas acredita-se que isso de nada adiantaria, pois hoje, na prática, as empresas já não pagam esses tributos. O que elas recolhem é convertido em créditos tributários, que podem ser compensados com outros impostos e contribuições a pagar.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>&#8220;No máximo, isso traria um ganho no fluxo de caixa&#8221;, comenta Fernando Umbria, assessor da diretoria da Abrace. Ele comenta que a questão é decidir se o que se quer é dar mais competitividade às empresas ou baixar tarifas. O corte nos tributos reduziria as tarifas e isso poderia beneficiar, por exemplo, o consumidor residencial. Mas as empresas não sentiriam o impacto e nem ganhariam competitividade.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>Resistência. Do outro lado, parte do Ministério de Minas e Energia, sobretudo a Eletrobrás, resiste à mudança. A estatal administra parte das receitas dos encargos. O titular da pasta, Edison Lobão, defende a redução do ICMS, que com o PIS-Cofins representa 32% da conta de luz.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>A redução do custo da eletricidade é outro tema que se arrasta desde o governo passado. A expectativa é que os preços caiam como vencimento, em 2015, dos contratos de concessão de um conjunto grande de geradoras de energia. Oficialmente, o governo ainda não decidiu se vai renovar essas concessões &#8211; o que dependeria de mudança na lei- ou se vai oferecer as licenças em uma nova licitação.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>Nos bastidores, porém, todos apostam na renovação, em troca da redução das tarifas. Simulações feitas pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) mostram que, nessa hipótese, a queda no preço poderia ser algo entre 3%e 12%. O governo precisa tomar a decisão ainda este ano. Isso porque as usinas geradoras cujas licenças vão vencer em 2015 têm contratos de venda de eletricidade que vão só até 2013. A lei diz que novos contratos precisam ser leiloados no ano anterior, ou seja, até dezembro próximo.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>Se o governo divulgar logo o que resolveu em relação às concessões, se renovação ou nova licitação, isso influenciará o preço dos leilões de venda. Assim, dizemos técnicos, é possível antecipar para 2013 os efeitos que só seriam esperados em 2015.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong>Fonte:</strong> O Estado de S. Paulo</p>
<p>14/05/2012<br />
Taxa da conta de luz é usada para financiar a dívida do governo</p>
<p>Cerca de 60% dos recursos das taxas sobre tarifas de energia servem para compor superávit primário</p>
<p>No ano passado, o governo arrecadou R$ 468 milhões numa taxa que vem embutida na conta de luz para custear o funcionamento da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Desse total, a agência foi autorizada a utilizar R$ 194 milhões. Os R$ 274 milhões restantes ficaram retidos no Tesouro Nacional para pagar juros da dívida pública, compondo o chamado superávit primário.</p>
<p>Nos últimos seis anos, o governo tem segurado perto de 60% dos recursos que deveriam ser entregues à Aneel. Esse é umexemplo de como a conta de luz acaba sobrecarregada com taxas que nem sempre cumprem sua finalidade.</p>
<p>O exemplo mais clássico é a Reserva Global de Reversão (RGR),um tributo que vem sendo cobrado desde 1957 para formar uma espécie de poupança do governo. Esse dinheiro seria usado para ressarcir concessionários pelos investimentos feitos na instalação de usinas e linhas de transmissão e não amortizados no prazo do contrato.</p>
<p>Mas isso era para o caso de o governo retomar a concessão e oferecê-la a outras empresasem um novo leilão. A tendência é a de que ocorra uma coisa diferente: o governo vai renovar os contratos antigos. Nessa hipótese, o ressarcimento não precisará ser feito, e a poupança feita desde 1957 não será necessária.</p>
<p>O limite para redução dos encargos são as contas públicas. Hoje, eles bancam vários investimentos que deverão ser feitos com recursos do Orçamento caso sejam reduzidos ou extintos.</p>
<p>Encargo não é transparente, diz associação</p>
<p>Ao longo do tempo, a Reserva Global de Reversão (RGR), criada em 1957, passou a ser utilizada para outras finalidades, como o programa Luz para Todos e outros investimentos no setor. &#8220;Não é um uso transparente&#8221;, afirma Fernando Umbria, assessor da diretoria da Associação Brasileira dos Grandes Consumidores Industriais de Energiae de Consumidores Livres (Abrace).</p>
<p>Ele aponta que há um &#8220;sombreamento&#8221; no uso dos encargos cobrados na tarifa elétrica. O Luz Para Todos é um exemplo. É financiado com dinheiro do RGRe também por uma taxa  exclusiva para subsidiar o consumidor de baixa renda, a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE). Esse programa de universalização da energia elétrica recebeu impulso no governo de Luiz Inácio Lula da Silva e hoje a avaliação na Esplanada é que ele está próximo de ter cumprido sua finalidade.</p>
<p>Óleo. Dos encargos na conta de energia, o maior é a Conta de Consumo de Combustível (CCC), que representou R$ 5,85 bilhões no ano passado. Essa taxa é cobradaemtodo o País para baratear a eletricidade na região Norte, que é gerada à base de óleo e por isso é mais cara. Mas os próprios investimentos do governo vão tornar esse subsídio cada vez menos necessário.</p>
<p>Em2013 ou 2014 será concluída a interligação da cidade de Manaus, o maior consumidor de eletricidade na região, com o sistema elétrico nacional. Nesse caso, a estimativa é que a conta de CCC caia em R$2bilhões, segundo a Abrace. A entidade defende há muito tempo que o foco da redução do custo da eletricidade deve estar nos encargos.</p>
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		<title>Indústria pagará 22% a mais pelo gás</title>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 13:09:14 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Clientes na mídia]]></category>


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		<description><![CDATA[Setor industrial considera o aumento inadmissível pois, desde maio do ano passado, serão três altas que, juntas, totalizam 45%]]></description>
	
		<content:encoded><![CDATA[<p><em>Setor industrial considera o aumento inadmissível pois, desde maio do ano passado, serão três altas que, juntas, totalizam 45%</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>A conta de gás natural ficará mais cara para a indústria paulista. Na contramão das medidas adotadas pelo governo federal para restaurar a competitividade do País, empresários do Estado de São Paulo foram surpreendidos nos últimos dias com a notícia de que as tarifas da distribuidora Comgás serão reajustadas em até 22% a partir de 1º de junho.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>Será o terceiro aumento desde maio do ano passado. Nas últimas duas elevações, o preço subiu 19%. Ou seja, em um ano, a tarifa subirá 45%. A notícia provocou um levante no setor industrial, que considera inadmissível um reajuste dessa magnitude num momento em que se discute retomada de competitividade.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>Na última quinta-feira, representantes dos grandes consumidores industriais de energia e dos setores químico, cerâmico e de vidros se reuniram com o secretário de Energia do Estado de São Paulo, José Aníbal, para expor o problema e pedir intervenção no caso.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>O secretário se comprometeu a conversar com a Arsesp (agência reguladora do Estado) e com a Petrobrás. Mas, internamente, muitos acreditam que seja difícil reverter o aumento. O principal motivo é que, de acordo com o contrato de concessão, as empresas podem repassar para a tarifa toda variação do preço do gás boliviano, que segue a cotação do dólar (alta de 20,64% em um ano) e uma cesta de óleos &#8211; a recomposição seria da ordem de R$ 230 milhões. Hoje, 64% do gás distribuído pela Comgás vêm do país vizinho.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>Procurada, a Arsesp afirma que os porcentuais ainda não foram fechados. A Comgás, recém comprada pela Cosan, diz que apenas falará sobre o assunto após o anúncio do reajuste. Mas seu departamento comercial já entrou em contato com alguns clientes.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>Insumo. O presidente da Associação Paulista das Cerâmicas de Revestimento (Aspacer), Heitor Ribeiro de Almeida Neto, afirma que foi avisado pela concessionária de que as tarifas terão aumento entre 20% e 22%.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>&#8220;Conversamos com Comgás e Arsesp, mas eles nos disseram que não podem fazer nada, pois é uma regra do contrato.&#8221; Apesar da negativa, Neto e outros empresários ainda acreditam que possam reverter a situação. &#8220;É abusivo. Teremos 45% de aumento em um ano. Isso acaba com qualquer competitividade que ainda temos.&#8221;</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>Ele explica que o gás natural é o principal insumo da indústria cerâmica e representa 21% do preço final do produto. &#8220;O problema é que, como o mercado está mais fraco, as empresas não conseguem repassar o reajuste para os consumidores.&#8221;</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>Hoje o Brasil é o segundo maior produtor de cerâmica do mundo. Cerca de 70% da produção nacional está na região de Santa Gertrudes, no interior de São Paulo. Todos os fabricantes instalados no local deverão ser afetados pela alta do gás.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>No setor químico, a situação é ainda mais preocupante. Em muitas empresas, o insumo entra como principal matéria-prima na fabricação de resinas sintéticas, amônia, negro de fumo (usado na produção de pneu) e detergentes. Nesses casos, o gás chega a representar 80% do custo do produto. &#8220;Será uma injeção na veia de aumento de custo para a indústria&#8221;, afirma a diretora de Economia e Estatística da Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), Fátima Giovanna Ferreira.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>Segundo ela, o resultado deve ser o aumento do volume de importação, especialmente dos Estados Unidos. Lá, além do preço do gás ser bem menor que o brasileiro, há um excedente de produto químico por causa da baixa atividade da economia americana. A executiva conta que a competitividade da indústria nacional já está comprometida e pode piorar ainda mais com esses aumentos. &#8220;O Brasil está importando e reduzindo a produção interna. Daqui a pouco haverá transferência de investimentos para localidades com custos menores, a exemplo do México.&#8221;</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>Alternativas. Para reverter essa situação, os industriais sugerem uma repactuação dos contratos de concessão de distribuição de gás natural. Como esse processo pode ser mais demorado, outras medidas de curto prazo foram levantadas para o secretário de energia de São Paulo. Uma delas seria escalonar os reajustes em dois anos, afirma o superintendente da Associação Técnica Brasileira das Indústrias Automáticas de Vidro (Abividro), Lucien Belmonte. &#8220;Em vez de repassar tudo de uma única vez, isso poderia ser feito em duas parcelas. Outra alternativa seria reduzir a necessidade de investimentos nos próximos anos.&#8221;</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>Além do porcentual elevado de reajuste, os representantes da indústria criticam a falta de clareza nos reajustes tarifários. O coordenador de Energia Térmica da Associação Brasileira de Grandes Consumidores Industriais de Energia e de Consumidores Livres (<strong>Abrace</strong>), Ricardo Pinto, destaca que há cláusulas de confidencialidade entre Petrobrás e Comgás que não permitem conhecer premissas básicas do contrato. &#8220;Sem isso o mercado não consegue fazer previsões.&#8221;</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>A reclamação esteve na pauta discutida com o secretário José Aníbal, na semana passada. &#8220;A secretaria é o poder concedente. Ela pode resolver esses problemas&#8221;, afirma Ricardo Pinto. Na avaliação do coordenador da Abrace, como Estado mais industrializado e com uma rede de distribuição capaz de receber gás de várias origens, São Paulo não pode ter a tarifa mais cara do País.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>Com o aumento informado aos clientes, a Comgás passará a ter o gás mais caro do Brasil, segundo cálculos da Abrace. Até então, as distribuidoras do Paraná e do Rio Grande do Sul lideravam o ranking nacional. Margem. Para os representantes da indústria, hoje a margem de distribuição da concessionária paulista chega a ser igual ou superior a tarifa final de diversos países, como Arábia Saudita, Canadá, México e Estados Unidos.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>&#8220;O governo precisa colocar na agenda a questão do gás natural. Não é possível aceitar tarifas tão elevadas&#8221;, avalia Ricardo Pinto. Na média nacional, o Brasil tem a quarta maior tarifa industrial do mundo. Perde só para Alemanha, República Checa e Estônia. Também detém o maior preço entre os países do Bric (Brasil, Rússia, Índia e China). Enquanto no Brasil o gás custa US$ 16,8 (por milhão de BTU), na Índia custa US$ 5,2; na China, US$ 13,5; e na Rússia, US$ 3.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong>Fonte: </strong>O Estado de S. Paulo</p>
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		<title>Presente com responsabilidade social</title>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 19:59:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sugestões de pauta]]></category>
		<category><![CDATA[destaque_inferior]]></category>


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		<description><![CDATA[Ainda dá tempo de comprar o presente do Dia das Mães e colaborar com o Instituto Ayrton Senna. Basta usar seu Cartão Plus, da Ecobenefícios Good Card, na rede credenciada. O cartão funciona no modo pré-pago, cujo crédito é concedido pelas empresas a seus colaboradores. "A ideia do cartão é evitar uma preocupação a mais para os funcionários, além de contribuir para o Instituto por meio de uma parceria que prevê o repasse à instituição de parte da receita obtida com as compras feitas com o cartão", diz a gerente de marketing da empresa, Luciana Trott.
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		<content:encoded><![CDATA[<p>O presente do Dia das Mães envolve gastos extras e pode ser fonte de preocupação para as famílias, principalmente quando o mimo é comprado em parcelas a perder de vista. Pensando nisso, a <strong>Ecobenefícios Good Card</strong>, empresa de benefícios corporativos, apresenta o cartão convênio Plus – Dia das Mães, que ajuda o usuário a adquirir uma lembrança para a mãe sem cair na inadimplência. Além disso, ao usar o cartão para comprar o presente da mãe, o usuário contribui com o trabalho desenvolvido pelo Instituto Ayrton Senna para garantir educação de qualidade a crianças e jovens de todo o Brasil.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>O cartão funciona como um cartão pré-pago, cujo crédito é concedido pelas empresas a seus colaboradores para que comprem o presente em lojas credenciadas à rede Good Card. &#8220;A ideia do Cartão Plus – Dias das Mães é evitar uma preocupação a mais para os funcionários e garantir sua tranquilidade, além de contribuir para o Instituto Ayrton Senna por meio de uma parceria que prevê o repasse à instituição de parte da receita obtida com as compras feitas com o cartão&#8221;, explica a gerente de marketing da empresa, Luciana Trott Diefenthaeler. Ela ressalta que os usuários do cartão não terão nenhuma despesa ou custo extra em suas compras e estarão contribuindo simplesmente por usar o cartão, da mesma forma que ocorreu na campanha de Volta às Aulas no início deste ano. </p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>A parceria com o IAS tem a duração de um ano e envolve várias ações. Em todas elas, parte do valor gasto com o uso dos cartões é revertida aos programas educacionais da Organização. &#8220;A iniciativa do Plus – Dia das Mães faz parte do posicionamento sustentável da Ecobenefícios, que visa contribuir não só para o consumo consciente dos colaboradores das empresas clientes como para o fortalecimento de questões sociais importantes, como a Educação, que é causa defendida pelo Instituto Ayrton Senna&#8221;, ressalta Luciana.</p>
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		<title>Brasil é o 3º mais sustentável do G20</title>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2012 13:41:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Clientes na mídia]]></category>


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		<description><![CDATA[Devido a uma matriz energética limpa, levantamento feito pela Anefac coloca o país no pódio da sustentabilidade.]]></description>
	
		<content:encoded><![CDATA[<p>Devido a uma matriz energética limpa, levantamento feito pela Anefac coloca o país no pódio da sustentabilidade</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>Detentor de uma das matrizes energéticas mais limpas do planeta, o Brasil alcançou a terceira posição entre os países mais sustentáveis do G20 &#8211; o grupo das 19 maiores economias mais a União Europeia, que foi desconsiderada do estudo. Segundo o levantamento da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), a utilização massiva de energia gerada por usinas hidrelétricas &#8211; que correspondem a 91% do abastecimento elétrico do sistema interligado nacional &#8211; fornece indiretamente bons indicadores referentes à emissão de poluentes e à pegada  ecológica de seus habitantes.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>Para Gianni Ricciardi, vicepresidente de análises da Anefac, a decisão, em décadas passadas, de desenvolver energias limpas, mostra-se cada vez mais acertada em um mundo pressionado pela demanda ecológica. &#8220;Foi uma questão estratégica e de oportunidade. Hoje, ninguém no mundo sabe explorar esse aspecto como nós&#8221;, diz.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>No ranking criado pela associação, França e Reino Unido aparecem à frente do Brasil. Questionado sobre a matriz energética francesa, Ricciardi foi taxativo: &#8220;A energia atômica é das mais limpas que existe. O caso de Fukushima alertou o mundo para os riscos implícitos desta fonte, mas a poluição criada pela matriz nuclear é ínfima&#8221;. O estudo também chama atenção para o alto índice de reutilização de água destas nações. &#8220;Estes países têm uma consciência ecológica muito grande&#8221;, conclui Ricciardi.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>Termelétricas</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>Apesar dos bons indicadores providos pelo sistema hidráulico, Fernando Umbria, vice-presidente da Associação Brasileira de Grandes Consumidores Industriais de Energia (<strong>Abrace</strong>), alerta para o avanço das termelétricas no país, substancialmente mais poluentes. Hoje, elas correspondem a 5,6% da matriz energética nacional. &#8220;Como não estamos construindo reservatórios para as hidrelétricas, aumentará a necessidade de usinas que garantam a confiabilidade do sistema&#8221;, diz. Segundo Umbria, independentemente da construção de três novas usinas-Belo Monte, Jirau e Santo Antônio -, a  capacidade de geração das termelétricas terá de dobrar até o final de 2016. </p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>Atualmente, os contratos com as usinas térmicas preveem fornecimento de 5,2 mil megawatts. Ao final do ano olímpico, serão acrescidos outros 5 mil megawatts em contratos de abastecimento. &#8220;O aumento do consumo de energia está pressionando os reservatórios, o que acentua a necessidade de uma matriz mais confiável, que não dependa de efeitos climáticos&#8221;, avalia Umbria. A criação de energia elétrica por meio da queima de combustíveis é umdos principais motivos que derrubaram alguns países no ranking da  sustentabilidade, como Coreia do Sul, em 14º; Rússia, 15º; China, 18º; e Austrália, a última, em 19º lugar. &#8220;Há uma necessidade muito grande de utilizar carvão e petróleo nestes países&#8221;, afirma Ricciardi. </p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>Os dados referentes à emissão de gás carbônico por essas nações, em números absolutos ou por habitante, estão entre os piores do grupo. &#8220;Isso mostra que os países não estão nem perto de equacionar a questão ambiental. Havia a expectativa de que a Rio+20 poderia ser um marco nesta história, mas o risco de se repetir o protocolo de Kioto (o qual os Estados Unidos não assinaram) é grande&#8221;, diz o executivo da Anefac. </p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>Desigualdade de renda deixa país em 13º no ranking geral</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>A posição no alto da tabela de sustentabilidade não se repete nos outros indicadores estudados pela Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac). Até mesmo na comparação com outras nações latinoamericanas o Brasil se debate nas posições inferiores do ranking geral, em 13º lugar. Entre as nações do G20, o país está à frente apenas de Arábia Saudita, Turquia, China, Indonésia, África do Sul e Índia.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>Entre os fatores que derrubam o Brasil estão educação, saúde e desigualdade de renda. No último quesito, coloca-se à frente apenas de Índia e África do Sul &#8211; o primeiro possui um regime social baseado em castas e o segundo viveu décadas sob o apartheid.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>México e Argentina, os outros países latinos presentes no G20, encontram-se em 10º e 12º respectivamente. Os quesitos que descredenciam o Brasil a ocupar posição melhor no indicador são justamente aqueles que substanciam a distância dos hispânicos dos brasileiros.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>&#8220;A renda e a expectativa de vida nestes países encontramse em melhores condições que a do Brasil, apesar das crises e problemas com tráfico de drogas&#8221;, diz Gianni Ricciardi, vice-presidente de análises da Anefac. Entre os primeiros colocados do ranking, estão Alemanha, Austrália e França, com longa expectativa de vida, boa educação e baixa criminalidade.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>Ricciardi afirma que um dos empecilhos para que o Brasil alcance estas nações, principalmente Alemanha e França, são as dificuldades de acesso à algumas regiões. &#8220;A extensão territorial e regiões remotas como a Floresta Amazônica dificulta a conquista de indicadores melhores em escolaridade e saúde. Parceiros do Brics, Rússia e China também possuem problemas nesta área. Na China,  principalmente pela parcela muito grande da população rural, é necessário avançar e muito a educação&#8221;, avalia Ricciardi.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>Fonte: Brasil Econômico</p>
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		<title>Consumo e felicidade</title>
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		<pubDate>Mon, 07 May 2012 13:16:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Clientes na mídia]]></category>


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		<description><![CDATA[Em artigo publicado pelo "Brasil Econômico", o diretor executivo da Ecobenefícios Alexandre Leite defende o consumo responsável.]]></description>
	
		<content:encoded><![CDATA[<p>Alexandre Leite* </p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>O Brasil passa hoje por um momento muito especial. Graças a uma conjuntura favorável relacionada a crescimento econômico, geração de empregos e programas de distribuição de renda, milhões de pessoas passaram a um novo patamar de consumo. Nesse processo, essa parcela da população viu, de uma hora para a outra, suas possibilidades de compras de produtos crescerem a níveis nunca imaginados. Produtos e serviços até então inacessíveis foram incluídos na cesta de consumo anteriormente limitada a itens de subsistência. </p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>Ao mesmo tempo, a nova classe média passou a ter acesso a produtos<br />
financeiros inéditos: o antigo carnê de compras foi substituído pelo cheque especial e cartão de crédito, com direito a parcelamentos a perder de vista e crédito rotativo. Ou seja, junto às novas oportunidades, vieram os riscos de maior exposição financeira, dívidas e inadimplência. Considerando os níveis dos juros no país, é grande o potencial de isso se transformar numa bola de neve. </p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>Resultado? Estresse, que prejudica não só as relações familiares, como a situação das pessoas no ambiente de trabalho, piorando ainda mais a situação. Nesse contexto, é muito importante lembrar  sobre a  impor tância de que, junto com o poder de compra, os consumidores também<br />
tenham consciência de sua situação, questionando a real neces s idade dos novos bens e suas condições para adquirilos. E, diante do risco que isso traz aos ambientes profissionais, essa deve ser inclusive uma preocupação dos gestores de recursos humanos.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>Muitos confundem o consumo consciente com a privação do acesso ao consumo, como se as pes soas que hoje es tão ampliando seu poder de compra tivessem de ser penalizadas por qualquer razão e não pudessem ter acesso aos bens e serviços que as classes mais favorecidas já dispõem. De maneira alguma o ponto é esse. O fato é que, independente do direito à livre escolha de cada um, é necessária a compreensão de que, junto com as delícias do consumo, vêm as responsabilidades para que as novas oportunidades não se tornem pesadelos, como defende o Instituto Akatu, organização não-governamental criada em 2001 para mobilizar a sociedade brasileira em  torno do consumo consciente.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>Nesse sentido, a lição mais importante é a regra de que, muitas vezes, é preciso postergar sonhos para o futuro &#8211; ou pelo menos não realizá-los todos ao mesmo tempo &#8211; em prol da tranquilidade no presente. E isso vale para todos, independente da classe social. Até porque os desejos são insaciáveis e um desejo, assim que satisfeito, tende a dar lugar a outro. Ou seja, é um campo sem fronteiras, pois novos desejos abrirão caminhos para outros tão rapidamente quanto  satisfeitos. </p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>Considerando que os recursos são sempre mais escassos do que as oportunidades de consumo, mesmo entre os mais abastados é preciso ter ciência da própria condição e entender os riscos envolvidos. É difícil relacionar o nível de consumo e a felicidade, mas pode-se dizer com segurança que consumir de maneira responsável deixa todos menos infelizes.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>*Diretor executivo da Ecobenefícios</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong>Fonte:</strong> Brasil Econômico</p>
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		<title>Evento premia talento de jovens líderes</title>
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		<pubDate>Fri, 04 May 2012 17:24:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sugestões de pauta]]></category>
		<category><![CDATA[destaque_inferior]]></category>


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		<description><![CDATA[A Ecobenefícios Good Card, cliente da SP4, patrocinou o Prêmio Jovens Lideranças, iniciativa da XYZ Live em parceria com o jornal O "Estado de São Paulo". O prêmio é um reconhecimento da atuação de jovens talentos em dez segmentos. Os vencedores receberam as suas condecorações na quinta-feira, 3/5, no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista, com participação de diversas personalidades. Na foto, os executivos Alexandre Leite e Luciana Trott com Hortência, campeã mundial de basquete.]]></description>
	
		<content:encoded><![CDATA[<p>Estimular o talento de jovens líderes é um dos pilares da atuação da Ecobenefícios Good Card. Por isso, a empresa especializada em benefícios corporativos foi uma das patrocinadoras do Prêmio Jovens Lideranças. “As personalidades selecionadas são modelos a serem seguidos pela população brasileira. Ao homenageá-las, o prêmio vai ao encontro de nossa filosofia de trabalho, que é contribuir com a atuação das empresas em prol do desenvolvimento econômico e social do País”, afirma o diretor-executivo da Ecobenebefícios, Alexandre Leite.   </p>
<p>Iniciativa da XYZ Live em parceria com o Estadão, o prêmio é um reconhecimento da atuação de jovens talentos em dez segmentos da economia &#8211; Tecnologia, Serviços, Esporte, Industrial, Terceiro Setor, Varejo, Educação, Agronegócio, Cultural e Mercado Financeiro. </p>
<p>A premiação aconteceu na quinta-feira (3/5) no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista. “Temos orgulho de ter participado desta iniciativa que estimula o desenvolvimento de novas lideranças no Brasil. O prêmio está de acordo com a nossa filosofia de trabalho, que é contribuir com o desenvolvimento econômico e social de maneira sustentável”, afirma Leite.   </p>
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	</item>
	
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		<title>Energia competitiva: crescimento sustentável</title>
		<link>http://sp4com.com.br/index/?p=3253</link>
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		<pubDate>Fri, 04 May 2012 12:57:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Clientes na mídia]]></category>


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		<description><![CDATA[Em artigo no "Valor Econômico", Camila Schoti, assessora econômica e regulatória da Abrace, defende que o governo reduza o custo da energia.]]></description>
	
		<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por Camila Schoti</strong></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>O governo lançou, no âmbito do Plano Brasil Maior, um conjunto de ações que envolve incentivos tributários, creditícios e de compras governamentais com o objetivo de estimular investimentos públicos e privados e aumentar a competitividade brasileira. Com um custo da ordem de R$ 62 bilhões ao governo, o pacote agradou a indústria, mas ecoa entre os seus líderes a percepção de que ele não será suficiente, de que são necessários ajustes estruturais.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>Um dos caminhos a seguir é a redução do custo da energia &#8211; tanto elétrica como gás natural -, uma medida sem efeitos colaterais, com impacto direto nas condições de competitividade da indústria e no crescimento econômico que, por meio da redução da indexação de preços administrados, pode contribuir com a missão do Banco Central de manter a inflação dentro da meta.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>De modo geral, alguns economistas demandam políticas cambiais mais contundentes em favor da depreciação do real via política monetária mais flexível, mais focada no crescimento e menos atenta à inflação. Acadêmicos com viés ortodoxo, por sua vez, temem os efeitos colaterais ou as distorções que políticas dessa natureza possam causar na economia. Questionam, inclusive, a possibilidade de colocá-las em prática e sua eficácia, e alertam para os riscos de um fracasso do sistema de metas de inflação. Há ainda aqueles que recomendam a redução da carga tributária e investimentos em infraestrutura de uma maneira geral. Mas o momento exige pragmatismo e seriedade.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>O mundo vive na expectativa de uma crise ainda maior na Europa e torce pela retomada da recuperação nos Estados Unidos. Em um cenário como esse, não dá para esperar que o governo reduza drasticamente sua receita tributária, que bancos privados diminuam significativamente sua margem de lucro ou que os governos das grandes economias em crise alterem suas políticas para poupar seus concorrentes, que sofrem com a avalanche de moeda lançada no mercado. Também não deveríamos aceitar correr riscos de intensos desequilíbrios macroeconômicos como tivemos num passado não muito distante.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>Precisamos nos atentar aos low hanging fruits, os frutos que estão ao alcance das mãos para se criar um ambiente de competitividade sustentável e duradoura para a indústria, e um deles é a redução do custo da energia. Nem sempre os impactos de medidas desse tipo são tão significativos quanto uma enxurrada de crédito na economia, mas certamente seus riscos são infinitamente menores e seus custos sociais ou políticos são baixíssimos. De qualquer maneira, os efeitos podem ser expressivos, uma vez que a eletricidade e o gás natural podem representar mais de 50% dos custos de produção de algumas indústrias.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>A simplicidade da redução desses custos se deve principalmente ao enorme potencial do país para gerar energia elétrica barata e produzir gás natural. Ainda assim, por conta de inúmeras distorções e ineficiências que se acumularam sobre a conta de energia elétrica, seus custos mais do que dobraram em termos reais nos últimos dez anos. Além disso, nosso gás natural custa cerca de três vezes mais que o norte-americano. Por lá, uma redução brusca nos preços do gás decorrente de um choque tecnológico na exploração está, inclusive, sendo fator indutor da retomada da indústria siderúrgica. Nós devemos estar fazendo alguma coisa errada!</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>Boa parte dos custos da energia elétrica decorre da introdução compulsória de encargos injustificados na conta. No gás natural, deficiências regulatórias permitem que um agente dominante exerça seu poder de mercado. A conclusão é direta: atuar nessas frentes não gerará desequilíbrios macroeconômicos, não prejudicará os agentes das cadeias de produção destas energias caso eles aumentem sua eficiência operacional (e há muito espaço para isso) e terá impactos significativos sobre o crescimento econômico, como demonstrou estudo da Fundação Getulio Vargas para o Projeto Energia Competitiva.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>A redução dos custos da energia tem impacto particularmente relevante para um país cuja política monetária é pautada pelo sistema de metas para inflação. Os principais índices de preços brasileiros têm em sua composição preços associados aos gastos com energia. No Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que baliza as metas para inflação, o peso da energia é de quase 5%. Ao reduzir o custo do insumo, portanto, o governo tem o poder de contribuir diretamente nesse indicador sem &#8220;burlar o sistema&#8221;.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>Mais do que isso, ao reduzir os custos da energia, o governo contribui para diminuir o impacto do perverso processo de indexação de preços. Os preços do transporte e distribuição do gás natural, e da geração, transmissão e distribuição de energia elétrica são todos reajustados anualmente por índices de preços específicos. Ao adotar medidas que permitam reduzir os custos da energia, o governo pode reduzir os índices de preços que, no ano seguinte, alimentarão as tarifas de energia que, por sua vez, retroalimentarão estes mesmos índices com impacto menor.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>Ou seja, ao reduzir o custo da energia para todos os consumidores, o governo tende a contribuir com o controle da inflação. E inflação menor significa mais espaço para que o Banco Central possa reduzir a taxa básica de juros sem riscos, o que também favorece a expansão dos investimentos produtivos. Os efeitos disso são claros, sem depender de expectativas de investidores, da condução da política econômica de grandes países ou grupos e de inúmeras outras variáveis sobre as quais temos pouco ou nenhum controle. A redução do custo da energia só depende de nós, gera efeitos altamente positivos e as medidas que tornam esse cenário possível imprimem pouco ou nenhum custo ou risco à sociedade brasileira.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>Camila Schoti é assessora econômica e regulatória da Abrace (Associação Brasileira de Grandes Consumidores Industriais de Energia e de Consumidores Livres).</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong>Fonte: </strong>Valor Econômico</p>
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